Programa de formação virtual - Gestão Contemporânea das Artes – Música e Artes Cênicas

Para o Instituto Cultural Vale, incentivar e propagar a cultura é uma forma de promover uma transformação significativa na sociedade e guiar as próximas gerações em direção a um futuro mais plural e com novas perspectivas. Pensando nisso, o Instituto lança seu primeiro projeto: o Gestão Contemporânea das Artes – Música e Artes Cênicas.

Saiba mais sobre o programa

O Gestão Contemporânea das Artes – Música e Artes Cênicas é um programa de formação virtual de profissionais de cultura que tem como objetivo a capacitação e formação crítica de artistas, agentes, gestores e produtores da cultura. Por meio dele, o Instituto Cultural Vale pretende fomentar a cadeia produtiva cultural no país, incentivando profissionais a buscarem a liberdade de atuação no mercado de trabalho.

Dividido em três módulos, o curso conta com materiais didáticos, escritos e em vídeo, ativações com lives de cada um dos módulos que auxiliarão cada participante a ampliar seu repertório conceitual e técnico, em temas como ferramentas de gestão, aspectos jurídicos, produção de conteúdos digitais, e de sustentabilidade no campo da cultura. Além disso, todo o material conta com abordagens específicas por áreas artísticas – música e artes cênicas.

Onde tem cultura, o Instituto Cultural Vale está. Apoiando e valorizando nossa cultura, crescemos e evoluímos juntos.

Acesse as videoaulas e as lives sobre cada módulo:

Live de abertura
O Futuro das Artes

A live tem a participação de profissionais de peso em suas áreas de atuação: Glória Caputo, idealizadora do projeto Vale Música Belém, Chico Pelúcio, ator, diretor, gestor cultural, idealizador e diretor geral do Centro Cultural Galpão Cine Horto e uns dos fundadores do Grupo Galpão, Deborah Colker, bailarina e coreógrafa brasileira à frente da companhia de dança que leva seu nome.

Módulo 1

Planejamento para artistas: driblando as incertezas

Módulo 2

Ambientação digital:
os novos desafios  

Módulo 3

Sustentabilidade e Cultura: abordagens desafiantes  

Módulo 1

Planejamento para artistas: driblando as incertezas

 Este módulo apresenta as ferramentas de planejamento estratégico para grupos e espaços culturais a partir do desenvolvimento de trabalhos coletivos e colaborativos, considerando a realidade atual. Também trata de aspectos jurídicos da cultura relacionados à institucionalização do setor, processos organizacionais e formalização de grupos e espaços culturais. Apresentação da lógica da legislação cultural no Brasil e os editais para o setor cultural. E elenca as especificidades do planejamento estratégico para as áreas artísticas.

Módulo 2

Ambientação digital – os novos desafios

 Este módulo discute a transformação digital que estamos vivendo e a necessidade de adaptar a rotina diária ao ambiente digital, trazendo modelos e experiência com as especificidades da cultura e da arte. A partir de orientações mais práticas, apresentar as possibilidades de produção de conteúdo virtual. Como utilizar as plataformas virtuais e produzir cultura para seus ambientes e as características de cada área, produção virtual de conteúdo artístico; produção de conteúdo de comunicação para as redes sociais, como gerenciá-las. 

Módulo 3

Sustentabilidade e Cultura: abordagens desafiantes

Este módulo aborda os desafios da sustentabilidade para o setor cultural: diversificação de fontes de recursos, legislações e editais culturais, financiamento coletivo, estabelecimento de parcerias, desenvolvimento de ações colaborativas, monetização das ações virtuais. Discute as principais experiências sustentáveis a partir da realidade das áreas artísticas – música e artes cênicas e suas características.  

O programa Gestão Contemporânea das Artes – Música e Artes Cênicas é ministrado por profissionais experientes e conceituados no mercado, com uma visão ampla do cenário artístico brasileiro e o entendimento necessário para atender a diversidade do público. Conheça nosso corpo docente:

Ana Carolina Almeida

Natural de Belém, onde fez a sua graduação em jornalismo e foi sócia do CLIC, produtora cultural responsável pelo Festival de Audiovisual de Belém (FAB). Mora em BH, onde fez MBA em produção audiovisual (UNA) e seguiu carreira acadêmica, fazendo mestrado (PUC Minas) e atualmente doutorado em cotutela (UFMG – BR/ JU – SW). Leciona em pós graduações da UniBH, IEC PUC Minas e UNA e é CEO da Jamboo Transmídias, empresa de P&D na área de mídia.

Cris Olivieri

Advogada com especialização em gestão de Processos Comunicacionais e Culturais pela ECA – USP e Mestrado em política cultural pela ECA – USP, Master em Administração das Artes na Universidade de Boston (USA), Diretora da Olivieri e Associados Advocacia, atuando na área de consultoria para cultura, comunicação e entretenimento há 30 anos. Co-autora de Direito, arte e Liberdade edição 2018, Co-Autora do Guia Brasileiro de Produção Cultural edição 2003-2004, 2007, 2010, 2013-14 e 2015-17, autora do livro “Cultura Neoliberal – Leis de Incentivo como política pública de cultura, Facilitadora do Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais.

Daniela Ribas

Doutora em Sociologia pela UNICAMP e Especialista em Gestão e Políticas Culturais pelo Itaú Cultural. Foi Diretora do DATA SIM, foi consultora da UNESCO e do Mercosul Cultural, foi pesquisadora do CPF-SESC SP, e fez pesquisa em Economia Criativa para o IPEA. Integra a Rede SateliteLAT de Mulheres na Indústria da Música Latino-americana. É professora de music business no Music Rio Academy, OnStage Lab e FESP SP, e de Gestão Cultural na UNICAMP.

Erick Krulikowski

Graduado em Música pela USP e mestrando em liderança e estratégia pela Fundação Dom Cabral (FDC). É professor, consultor e palestrante especializado em clusters criativos, empreendedorismo e gestão de negócios com foco na música, audiovisual, tecnologia, eventos e museus. É co-idealizador do Festival MARTE – Música, arte e tecnologia; professor convidado da FDC; e Diretor-Executivo da iSetor.​

Fernando Yamamoto

Diretor, professor e pesquisador de teatro. um dos fundadores do Grupo de Teatro Clowns de Shakespeare (RN), onde atua como diretor, professor, pesquisador, gestor, tradutor e dramaturgo. Sua pesquisa transita por universos como o teatro popular, a comicidade, a rua e o teatro latino-americano.

João Leiva

Economista pela Faculdade de Economia e Administração da USP, mestre em cinema pela Escola de Comunicações e Artes da USP, mestre em Gestão Cultural pela Universidade da Catalunha e doutorando em Economia Criativa na Goldsmiths University. Trabalhou nos jornais Folha de S.Paulo e Valor. Foi assessor de comunicação na Secretaria de Cultura do Estado de São Paulo. Desde 2004, administra a JLeiva, consultoria especializada na produção de pesquisas, estudos e mapeamentos na área cultural. Coordenou as principais pesquisas de hábitos culturais já realizadas no Brasil e mapeamentos para organizações como Fundação Roberto Marinho, Itaú Cultural, British Council, Sesc-SP e Anima Mundi.

Luiz Felipe Fernandes

Cineasta atuante em áreas diversas, tais como direção, produção, fotografia e edição. Um dos fundadores da produtora Alicate, trabalha com produção de conteúdo audiovisual, com ênfase na música e nas artes cênicas. O Dia do Galo é um dos seus trabalhos que circulou por plataformas diversas (Youtube, festivais, salas cinema, Netflix e VOD) e teve grande engajamento do público. A gente pode tudo pelo menos por enquanto, série em 6 episódios que acompanha o processo de criação de um espetáculo do Grupo Galpão, é seu mais recente trabalho.

Maria Helena Cunha

Gestora cultural, pesquisadora, Mestre em Educação, Especialista em Planejamento e Gestão Cultural. Diretora da Inspire Gestão Cultural. Foi coordenadora da pós-graduação em Gestão Cultural do Centro Universitário UNA. Fez a coordenação de Planejamento do Programa de Soluções Estratégicas para as Artes Cênicas (SEBRAE-MG). Publicou os livros Gestão Cultural: Profissão em Formação (DUO Editorial) e Planejamento Estratégico de Projetos e Programas Culturais (SENAC).​

Romulo Avelar

Gestor cultural, com atuação na Fundação Clóvis Salgado, na Secretaria de Cultura de Minas Gerais e na Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte. Professor em dezenas e cursos de produção, planejamento e gestão cultural. Consultor de diversos grupos, artistas e entidades culturais da música e das artes cênicas, entre eles o Grupo Galpão. Autor do livro O Avesso da Cena: Notas sobre Produção e Gestão Cultural.

Saiba como o Instituto Cultural Vale está atuando:

Chamada Vale

A Chamada Vale de Patrocínios Culturais tem o objetivo de fomentar a realização de projetos culturais que valorizem os nossos patrimônios e identidades. Realizada com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, artigo 18, a seleção e o aporte da verba da primeira edição da Chamada serão realizados em 2020. Os projetos deverão ser executados ao longo de 2021.

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Capacitação em formatação de Projetos Culturais

Esse treinamento online é uma jornada de aprendizado para apoiar produtores culturais. Materiais de capacitação foram desenvolvidos com informações relevantes para a formatação e cadastro de projetos na Lei Federal de Incentivo à Cultura, através do Programa Nacional de Apoio à Cultura (Pronac). Organizações de todos os portes, associações e produtores de todo o Brasil podem acessar a capacitação, que é gratuita e visa estimular a produção cultural no país.

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Espaços Culturais e Vale Música

O Instituto Cultural Vale reúne quatro museus e centros culturais nos estados de Minas Gerais, Espírito Santo, Maranhão e Pará: Memorial Minas Gerais Vale (MG), Museu Vale (ES), Centro Cultural Vale Maranhão (MA) e Casa da Cultura de Canaã dos Carajás (PA). São espaços abertos ao público, com visitação gratuita, atuação junto a escolas e organizações sociais, identidade e vocação próprias, construídos para e com as comunidades dos territórios dos quais são parte.

As exposições, oficinas, cursos, shows, editais e outras programações neles criadas geram novos saberes, inspiram e promovem a co-criação de manifestações artístico-culturais, com os diversos públicos que as experienciam.

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